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terça-feira, 24 de maio de 2016

Telescópio Kepler (Sonda espacial)

A sonda Kepler consiste em um observatório espacial projetado pela NASA que deverá procurar por planetas extrassolares. Para esta finalidade, a sonda deverá observar as 100 000 estrelas mais brilhantes do céu por um período de quatro anos, a fim de detectar alguma ocultação periódica de uma estrela por um de seus planetas.

Kepler não deverá permanecer em órbita da Terra, mas sim em uma órbita de perseguição à órbita solar da Terra, a fim de que a Terra não oculte estrelas que estejam sendo observadas pelo observatório, além de este ficar distante das luzes da Terra. O observatório foi lançado em 6 de março de 2009.
A sonda tem uma massa estimada de 995 kg, e seu principal instrumento é um fotômetro de 0,95 metro de diâmetro. Ele tem um campo de visão aproximado de dois punhos fechados, na distância de um braço esticado. Deverá bater uma foto a cada três segundos e deverá custar em torno de 467 milhões de dólares.

                                     Objetivos científicos da missão :

 O objetivo da missão é explorar a estrutura e a diversidade dos sistemas planetários.

A missão Kepler também fornecerá dados para futuras missões da NASA semelhantes como a missão Space Interferometry Mission (SIM) e a missão Terrestrial Planet Finder (TPF), pois ela permitirá que:
+ Sejam identificadas estrelas que tenham características comuns e que possam ser hospedeiras de planetas, e assim submetê-las a uma pesquisa mais profunda.
+ Seja definido o volume de espaço necessário a ser pesquisado, otimizando a pesquisa.
+ A futura sonda SIM seja apontada para os sistemas estelares dos quais já se saiba que tenham planetas do tipo da Terra em suas órbitas.

domingo, 24 de janeiro de 2016

sábado, 23 de janeiro de 2016

Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter, Saturno e irá alinhar no céu pela primeira vez em mais de uma década

Durante as próximas duas semanas, cinco planetas vão se alinhar para uma dança cósmica que vai deslumbrar todo o mundo.
Se você olhar no momento certo, a Lua também será uma parte do desfile cósmica.
lua com cinco planetas

Não há necessidade de telescópios ou binóculos para ver o evento,o melhor momento para olhar será a partir de sábado, 23 janeiro até o final da primeira semana de fevereiro.
O melhor horário para ver o evento será de cerca de 30 a 60 minutos antes do nascer do sol.
planetas orbitam
A lua vai primeiro emparelhar-se com Júpiter em 27 de janeiro e 28, então ele vai estacionar-se ao lado de Marte no dia 01 de fevereiro, Saturn em 3 de fevereiro, Venus em 5 de fevereiro, e, finalmente, Mercury em 6 de fevereiro.

Terra do espaço em tempo real através da ISS



Se a tela estiver escura é porque a ISS está passando por uma região em que está noite ou não há conectividade. 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Há um novo planeta no sistema solar

como seria o nono planeta

Uma análise da órbita de objetos na periferia do Sistema Solar, na zona habitada por Plutão, sugere a existência de um planeta grande, do tamanho de Netuno, a uma distância até 200 vezes maior que aquela entre a Terra e o Sol.
Ele foi reconhecido como um “perturbador massivo”, já que afeta as órbitas de vários e pequenos corpos celestes que o circundam. 
Vale ressaltar que o Planeta Nove ainda não foi visto diretamente. A confirmação de sua existência vem de uma dedução baseada na observação do movimento de planetas anões e de outros pequenos corpos celestes localizados no sistema solar exterior.
Não é a primeira vez que um astrônomo propõe a existência de um "Planeta X", mas desta vez a alegação parte de um cientista altamente prestigiado no meio. Michael Brown, do Caltech, foi o primeiro a enxergar Sedna, o planeta-anão cuja descoberta culminou no rebaixamento de Plutão.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O UNIVERSO


Universo é tudo o que existe fisicamente, a totalidade do espaço e tempo e todas as formas de matéria, incluindo todos os planetas, estrelas, galáxias e os componentes do espaço intergaláctico.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Os planetas que podemos enxergar a olho nú

São apenas cinco os planetas que podemos enxergar aqui, na Terra, sem o auxílio de equipamentos: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.

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Resultado de imagem para Vênus






















domingo, 27 de dezembro de 2015

Os eventos astronômicos que você não pode perder em 2016

JANEIRO

- Entre os dias 3 e 4, será possível avistar a chuva de meteoros Quadrantids. Esses meteoros irradiam da constelação Boötes e, no pico da chuva, podem surgir até 40 meteoros por hora. A visualização é melhor de um local bem escuro depois da meia-noite.

MARÇO

- No dia 8, Júpiter estará o mais próximo da Terra neste ano e seu “rosto” será totalmente iluminado pelo sol. Será possível visualizá-lo e fotografá-lo. Até as suas luas estarão visíveis.
- No dia 9, está previsto o eclipse solar totalque poderá ser visto em algumas partes da Indonésia e no Oceano Pacífico. Já o eclipse parcial poderá ser visto no norte da Austrália e sudeste da Ásia. 
- No dia 23, será a vez do eclipse lunar. Será visível em quase todo extremo leste da Ásia, leste da Austrália, no Oceano Pacífico, e na costa Oeste da América do Norte incluindo o Alasca.

ABRIL

- Entre 21 e 22, está prevista mais uma chuva de meteoros. Desta vez, serão as Lirídeas, na constelação de Lira. Este ano, a lua cheia vai atrapalhar um pouco a visualização dos cerca de 20 meteoros que podem cair por hora e que deixam uma trilha de poeira brilhante. Apesar de não ser a mais forte chuva de meteoros, as Lirídeas são famosas por terem sido registradas há 2.600 anos, o período mais longo na história. 

MAIO

- O fenômeno Eta Aquarídeas vai ocorrer entre os dias 5 e 7. O ponto radiante para essa chuva de meteoros estará na constelação de Aquário. A lua nova vai proporcionar uma experiência de visualização ideal este ano com o céu escuro. Melhor visualização geralmente é para o leste após a meia-noite, longe das luzes da cidade.
- No dia 9, está previsto o Trânsito de Mercúrio, nome dado à passagem do planeta entre o Sol e a Terra. Com um telescópio, Mercúrio é visto como um pequeno ponto escuro movendo-se pelo disco solar. Esse evento ocorre 13 ou 14 vezes em cada século. Os três últimos trânsitos de Mercúrio ocorreram em 1999, 2003 e 2006.
- Prepare para fotografar Marte no dia 22. O planeta vermelho terá sua maior aproximação da Terra e será totalmente iluminado pelo sol. 

JUNHO 

- No dia 3, Saturno terá a sua maior aproximação da Terra.
- Sonda Juno: a sonda está prevista para chegar a Júpiter no dia 4. A previsão é que permaneça em órbita até outubro de 2017, quando a nave sairá da órbita para bater em Júpiter. 

JULHO 

- Delta Aquarídeas: sua ocorrência é no final de julho - seu auge deve ocorrer entre os dias 28 e 29, mas alguns meteoros poderão ser vistos a partir de 18 de julho e até 18 de agosto. Também ocorre na constelação de Aquário. Melhor visualização geralmente é para o leste após a meia-noite a partir de um local escuro.

AGOSTO

- Entre 13 e 14, poderá ser vista a maior chuva de meteoros do ano – a Perseidas, que ocorre a partir da constelação de Perseu e pode apresentar até 60 meteoros por hora. Apesar de o pico ser em 13 e 14 de agosto, será possível ver alguns meteoros entre o período de 23 de julho e 22 de agosto. O céu estará bem escuro este ano, facilitando a visualização. Encontre um local longe das luzes da cidade e olhe em direção ao nordeste depois da meia-noite.

SETEMBRO

- No dia 1º de setembro ocorre um eclipse solar anular, que terá início na costa leste da África central passando por Gabão, Congo, Tanzânia, Madagáscar e terminando no Oceano Índico. O eclipse parcial será visível durante a maior parte do dia na África e no Oceano Índico.
- Em setembro, é a vez de Netuno estar mais próximo da Terra. Mesmo assim, a olho nu, só será possível visualizar um pequeno ponto azul. Para ver mais que isso, será preciso um telescópio. 
- Para o dia 16, está previsto um eclipse lunar, visível em quase toda a Europa Oriental, Leste da África, Ásia e Austrália Ocidental. 

OUTUBRO

- No dia 15, Urano está mais próximo da Terra. 
- Entre 21 e 22, ocorre a chuva de meteoros Orionídeas. Esta chuva de meteoros terá seu auge no dia 21, mas ela é bastante irregular. Um bom espetáculo pode ser experimentado nas manhãs entre os dias 20 e 24. Uma melhor visualização poderá ser obtida a partir do leste, após a meia-noite.

NOVEMBRO

- Chuva de meteoros Leonídea entre os dias 17 e 18. Este ano, teremos um pico cíclico, onde centenas de meteoros podem ser vistos a cada hora. Para visualizar melhor o fenômeno, procure a constelação de Leão após a meia-noite. 

DEZEMBRO

- Geminídeas: com origem na constelação de Gêmeos, pode ter uma alta taxa de meteoros, com até 60 por hora. O auge da chuva geralmente acontece entre os dias 13 e 14. A lua cheia poderá ser um problema este ano, escondendo muitos dos meteoros mais fracos em seu brilho. A melhor visualização geralmente é para o leste após a meia-noite a partir de um local escuro.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O Futuro Do Nosso Sol

Your image is loading...O Sol também é uma estrela e por isso vai morrer um dia. Quando e como isso acontecerá é uma questão que os astrônomos tentam resolver. Para chegar a esta resposta, eles criaram uma teoria, com a qual podemos entender a formação de uma estrela, o que ocorre com ela ao longo do tempo, as mudanças de brilho e tamanho, e várias outras coisas.
Algumas pessoas perguntam como se pode ter certeza de que a teoria está certa, já que, em geral, não podemos perceber as mudanças nas estrelas. Felizmente, podemos observar muitas estrelas, com várias idades diferentes. É como se um extraterrestre visitasse a Terra por um dia apenas: ele não poderia ver as pessoas crescendo, já que em um dia não crescemos muito, mas poderia observar que existem bebês, crianças, adolescentes, adultos e velhos. Com um pouco de imaginação, ele poderia entender como é a vida dos seres humanos.
No começo, o Sol era uma gigantesca nuvem de gás e poeira, muitas vezes maior que o sistema solar hoje. Essa nuvem foi se contraindo e se tornando mais densa, até se transformar em uma verdadeira estrela. Isso demorou cerca de 50 milhões de anos.
A partir de então, o Sol entrou em uma fase bem tranquila, na qual ainda se encontra. Seu tamanho e sua temperatura quase não mudam. Pouco varia também a quantidade de energia que elem emite para o espaço em cada segundo, o que chamamos "luminosidade". Isso nos interessa muito, porque a vida na Terra depende da energia que vem do Sol: se ela aumentar ou diminuir muito, mudanças profundas e até catastróficas vão acontecer.